São Luís | Maranhão
 
   


Glaucio Ericeira
 



O João da Comunicação
Agentes de trânsito terão que retornar ao trabalho nesta quinta
E agora José
Corinthians reabilita o Flamengo, o maior do futebol brasileiro
Agora vamos saber se Domingos Dutra fala a verdade
Dutra garante: PT do Maranhão terá que realizar novo encontro
PSB maranhense votou favorável à candidatura de Ciro
Ex-prefeito Tadeu Palácio responderá por crime de improbidade administrativa
Vice-presidente é vítima do golpe do falso seqüestro
PT pode definir hoje seu rumo no Maranhão
Pulseiras do sexo proibidas também no Maranhão
Nanicos se movimentam e querem espaço no governo Roseana
O contato do blog
Vereador diz estar sendo ameaçado de morte
PT: Partido da Troca
O ritmo da pré-campanha eleitoral
Até que enfim: pulseiras do sexo deverão ser proibidas no Ma
Candidatura de Dino ao governo vai durar apenas mais 10 dias
De volta
MP denuncia Magno Bacelar, o Nota 10


Páginas: 1  2  3  >>  >>|

  Resultados: 1 a 20 de 124 Páginas

14/08/2009
As artimanhas de Castelo para enganar o povo

Para poder continuar se esquivando do que realmente interessa, o sumido prefeito João Castelo (PSDB), através da sua assessoria, saiu com essa: vai contratar – sei lá de que forma – uma empresa para fazer um tal de mapeamento aerofotométrico no município de São Luís, visando a definição dos limites da região metropolitana da Grande Ilha.

Castelo não tem jeito. Suas invencionices visam, na verdade, enganar os desavisados. A discussão sobre a efetivação da metrópole nada tem a ver com limites. Os limites entre os municípios da Grande Ilha estão definidos em lei.

Talvez Castelo não saiba (ou finge que não sabe) que o único município do Maranhão a fazer fronteira (terrestre e marítima) com a capital São Luís é São José de Ribamar. E os limites entre as duas cidades estão definidos numa lei de 1952, sancionada pelo então governador Eugênio Barros. Basta pegar a lei e visualizar os limites.

O que Castelo quer é postergar ao máximo sua entrada – e isso vai ter que acontecer – nas discussões sobre a metropolização. Já disse e volto a repetir: o prefeito tucano não tem nenhum interesse nesse assunto porque, inevitavelmente, terá que formalizar parcerias administrativas com as demais Prefeituras da Ilha e isso implicará num gerenciamento comum de serviços, como a coleta de resíduos sólidos, por exemplo.

Pra quê entrar num consórcio intermunicipal de coleta de lixo se a administração Castelo pode continuar operando o serviço na capital sem licitação?

Aguardo resposta.

 
 
Páginas:
Resultados: 1 to 0 de 0