04/08/2010
Jabor diz que o maranhense é vassalo, mas cadê a coragem pra falar dos suseranos?"A semana tem sido pródiga em mostrar ao Brasil a “coragem” dos grandes ícones da nossa direita mais reaça.
Depois do Diogo Mainardi anunciar que vai embora do Brasil, com medo de ser preso, agora foi o Arnaldo Jabor que comparou o Afeganistão ao Maranhão, mas, coitado, não conseguiu se lembrar do nome da família que domina o estado há mais de 40 anos.
Vale dizer que o supracitado é um cineasta fracassado, escritor mediano (bem ao gosto do senso comum ilustrado) e comentarista televisivo celebrado por muita gente, especialmente da direitona que adoraria ver os milicos ocupando as ruas novamente.
Em sua coluna do Jornal da Globo (na terça, 27/7 — no site está nos vídeos do dia 28/7), o telejornal do fim da noite, Jabor falou sobre os “donos do Maranhão” que “vivem do Brasil para sustentar seu patrimônio”.
Disse também que o estado brasileiro e o país asiático são “territórios devastados por séculos de atraso, dificílimos de civilizar”.
“Nenhuma das duas regiões é democrática. São divididas em feudos ou tribos. Lá e cá o poder não serve à sociedade. A sociedade é que serve ao poder”, prosseguiu um dos muitos candidatos que tentou encarnar, sem sucesso, o novo Paulo Francis.
A propósito de criticar — com razão [em parte, pois a este pretexto, o povo maranhense não deve ser achincalhado de terrorista afegão ou vassalo - grifo nosso] — a decisão esdrúxula do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) de não reconhecer a validade da Lei da Ficha Limpa, desacatando orientação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), inclusive, Jabor mira firme no alvo, mas não puxa o gatilho:
— Lá os ficha-sujas mandam. Aqui também. Ambos países ocultam criminosos. Lá, o Bin Laden. Aqui… (nesse momento, Jabor se cala, abre os braços e faz cara de contrariado, como quem tem vontade de dizer algo, mas não pode).
Jabor nunca teve pudor de associar ao crime e ao autoritarismo o PT, o MST e outros atores da esquerda. E já defendeu abertamente o impeachment de Lula.
Curiosamente, não teve memória (ou coragem ou independência?) suficiente para lembrar de citar o nome da família Sarney nesse comentário tão duro.
Seria receio de processo judicial? Censura dos seus patrões globais (sócios do Sarney, que é dono da afiliada da TV Globo no Maranhão, a TV Mirante — palavra que é anagrama de “mentira”)?
Ou ele vai se agarrar à conveniente tese do “ao bom entendedor, meia palavra basta”, caso seja questionado por esse “lapso” de memória?
Como lembrou o Tarcisio, Jabor também poderia listar outros elementos na sua comparação:
- No Afeganistão, os talibãs cultuam a barba. No Maranhão, a família Sarney e seus asseclas cultuam El Bigodón.
- No Afeganistão, (diz-se) os talibãs comandaram a derrubada das Torres Gêmeas. No Maranhão, a família Sarney comandou a derrubada da democracia, com a cassação do governador eleito (Jackson Lago) e a imposição da governadora biônica, colocada no Palácio dos Leões graças ao voto de quatro juízes.
Cão que ladra, mas não morde, dirão alguns sobre o comentarista do Jornal da Globo, também chamado de “Jaborto” ou “Jabobo da corte”. O certo é que El Bigodón, Roseana e o resto da sarneyzada devem ter dado boas risadas assistindo ao vídeo.
Jamais terei 1% de visibilidade do Jabor, mas espero nunca ter que sofrer a humilhação de chegar perto dos 70 anos e ter que engolir uma censura do meu chefe ou, pior, me autocensurar. Questão de bom $en$o, dirá o Jabor?
Alguém tem outra sugestão ou ideia sobre o motivo do Jabor ter esquecido de citar a família Sarney? Deixe nos comentários."
Um detalhe que chama a atenção é que além de não criticar a família Sarney, Jabor também não critica o MP ou a matéria discutida pelo TRE/MA. Mas uma coisa ele fez, chamou todos os maranhenses de vassalos, que vivem em terra sem lei, que "servem ao Poder" (sic).
Agora quando o maranhense chegar a SP ou ao RJ, não será mais "paraíba", agora é "Talibão", com bigode ou não...
Fonte http://brasiliamaranhao.wordpress.com
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21/07/2010
DILMA ROUSSEF NA BERLINDA DA EDUCAÇÃO.
A TV Brasil inicia daqui a pouco, no Programa 3 a 1, uma série de entrevistas com os candidatos à Presidência da República Dilma Rousseff, do PT, José Serra, do PSDB, e Marina Silva, do PV.
Dilma optou pela gravação no estúdio de Brasília (SCRN 702/2 bloco B), às 18h. Por que será???
O compromisso firmado na entrevista para a Rádio CBN foi bem distante da política atual do governo Lula, considerando, principalmente a questão da qualidade dos gastos públicos.
Contudo, foi notório que a pauta de seu discurso versou sobre o "aumento da eficiência do Estado brasileiro".
De eficácia entende-se a força, potência. Da eficiência, temos o resultado.
Curioso é aferir que, em um primeiro juízo, nota-se que o discurso da candidata inclina-se para uma satisfação com as políticas formuladoras e implementadoras, faltando apenas um critério (?) avaliador, de modo a concretizar a eficiência nacional.
Interessante seria ouvir da candidata qual o seu entendimento sobre a articulação das políticas públicas de transferência de renda no Brasil, principalmente, considerando-se o fato dela ser a candidata lulista,
Por exemplo, quando a candidata tocou no tema da educação, mencionou sobre a qualificação dos professores, considerado por Dilma o principal fator de melhoria da educação.
Data venia, infeliz colocação da candidata, de contorno, tão somente, apelativo, na medida em que é cristalina a deficiência da implementação das políticas nacionais de educação.
O contingente de professores já qualificados não justifica as diretrizes nacionais de educação que condicionam a qualidade do ensino à compulsoriedade da frequência escolar.
A articulação de transferência monetária com a obrigação de freqüência à escola por parte de crianças e adolescentes (7 a 14 anos), não é suficiente para alterar o quadro educacional das futuras gerações, e, por conseguinte, alterar a pobreza.
Não basta que o aluno esteja matriculado e freqüentando a escola, com ou sem professor de qualificação suficiente. Necessário se faz que as políticas de educação sejam desenvolvidas com ações complementares bastantes às suas necessidades básicas, como o encaminhamento a postos de saúde, creche, programas de capacitação ou intermediação de trabalho.
É de suma importância a implementação da descentralização das políticas sociais (medida prevista pelo constituinte desde 1988) orientados por uma Política Nacional que articule todos os entes federados e a sociedade segundo uma orientação complementar, dando suporte financeiro às políticas públicas locais na definição e adaptação de critérios de desenvolvimento e controle conforme suas respectivas realidades.
Ou então fingimos que ensinamos, e os alunos... ué eles não deviam estar na escola para fingir que aprendem? Onde eles estão?
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09/04/2010
STF nega inclusão de Lula como réuUm dos alvos da ação que apura o esquema do mensalão do PT, o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) fracassou na tentativa de convencer os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) a incluírem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na lista de acusados.
Além de terem rejeitado o pedido, os ministros resolveram encaminhar o caso para a OAB por entender que o advogado de Jefferson, o gaúcho Luiz Francisco Corrêa Barbosa, está “tumultuando” o caso para atrasar e inviabilizar seu julgamento.
O plenário do STF rejeitou 13 questões de ordem formuladas pela defesa de Jefferson – entre elas, a que questionava a não inclusão de Lula entre os réus. Segundo o relator do processo, Joaquim Barbosa, o advogado faz, desde o início do processo, “chicanas” e “manobras” para prejudicar a ação e comete, portanto, abuso do poder de defesa.
O magistrado chegou a propor multa ao advogado. – A questão já foi resolvida por este plenário, e o réu insiste no tema da inclusão do presidente entre os réus da ação penal.
O pedido é destituído de qualquer base documental e probatória e também não teria qualquer eficácia – afirmou Joaquim Barbosa. Para o ministro, o objetivo da defesa de Jefferson era protelar o andamento da ação. Ele propôs que a Corte aplicasse sanções ao advogado. Depois de debater a proposta, a maioria dos ministros resolveu apenas encaminhar o caso para a OAB.
Caberá à entidade tomar medidas contra o advogado, se considerar necessário. Poderá abrir processo disciplinar, o que pode levar, em caso extremo, à proibição do exercício profissional. – A prática do ministro Joaquim Barbosa é não afirmar tudo o que está dito nas petições enviadas por mim – disse o advogado.
Jefferson já havia pedido ao STF, no final de 2007, a inclusão de Lula entre os processados, que acabou sendo negado em dezembro daquele ano. Isso porque apenas o Ministério Público Federal poderia propor uma denúncia contra o presidente. Fonte: Zero Hora
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21/04/2009
Nepoturismo Internacional (também) no MaranhãoÉ um Dossiê Fact? Não.
É uma Granja de bigode? Não.
É o Super (mercado, não!) Waldir Maranhão na contra-mão da moralização... voando alto pra longe, longe, para Londres! E vejam só, isso não é nada de "boi de piranha", com o devido respeito.
Mas, não pegou bem na fita o fato de Waldir Maranhão (PP-MA), conselheiro ético, ter emitido três bilhetes para Londres no feriadão. Mas, fiquem tranquilos. Ele não fez isso porque quis! Mas porque todos fazem e nada acontece. Talvez seja por força do usus ou do opinio necessitatis (Direito Romano em Londres?), quem sabe?
O fato é que Integrantes do Conselho de Ética usaram passagens para ir ao exterior com parentes! É o "nepoturismo internacional". Cinco titulares e dois suplentes gastaram um total de 54 bilhetes em passagens internacionais:
Dagoberto Nogueira (PDT-MS) bancou 16 passagens para familiares e funcionários para Miami, Paris, Milão e Buenos Aires. Também foi aos Estados Unidos e a Itália; Moreira Mendes (PPS-RO) levou mulher e filho para Miami com passagens pagas pela Câmara; Waldir Maranhão (PP-MA) emitiu três bilhetes para Londres; Ruy Pauletti (PSDB-RS) emitiu duas passagens para Paris, duas para Milão e mais duas para Miami; Nazareno Fonteles (PT-PI) usou cinco bilhetes em nome de terceiros para Miami; Fernando Coruja (PPS-SC) usou passagens para familiares e uma funcionária para Paris e Buenos Aires; Marcelo Melo (PMDB-GO) emitiu passagens para si e familiares para Miami e Buenos Aires.
Nada aconteceu. Mas isso não é nada mesmo... Note-se que dois ex-presidentes da Câmara e 4 membros da Mesa Diretora também já pagaram turismo internacional com cota de passagens aéreas.
João Paulo Cunha (PT-SP), ex-presidente da Câmara em 2003-2004: emitiu passagens para ele, a mulher e a filha para Bariloche, estação de esqui Argentina, em julho de 2008. Também usou sua cota para emitir passagens para a Argentina para sua secretária Silvana Japiassu e outras três pessoas.
Inocêncio Oliveira (PR-PE), ex-presidente da Câmara em 1993-1994: usou a cota para financiar a viagem da mulher, das filhas e da neta para Nova York e Europa, entre agosto e dezembro de 2007. Indagado sobre esse uso das passagens, Inocêncio disse: "A família é sagrada".
Leandro Sampaio (PPS-RJ), suplente de terceiro-secretário: usou passagens da Câmara para bancar viagens de familiares para Alemanha, Chile e Buenos Aires.
Odair Cunha (PT-MG), terceiro secretário e responsável pelas passagens aéreas da Câmara: usou a cota em benefício de Geraldo Silva, que viajou de Buenos Aires ao Rio. Também emitiu 2 passagens para o ex-ministro e seu conterrâneo Nilmário Miranda (Direitos Humanos), em 2008.
Nelson Marquezelli (PTB-SP), quarto secretário: emitiu passagens para ir a Nova York com a mulher e 3 três bilhetes aéreos para uma família de sobrenome Leroy ir a Buenos Aires.
Manoel Junior (PSB-PB), quarto suplente de secretário: foi a Buenos Aires.
No dia 19.abr.2009, a "Folha de S.Paulo" divulgou lista adicional com deputados ilustres na farra das passagens aéreas, incluindo presidentes nacionais e lideres de partidos políticos. São eles:
Ricardo Berzoini (PT-SP), presidente nacional do PT: emitiu em dezembro de 2007 um bilhete para Buenos Aires, capital argentina, para sua filha Natasja Berzoini. Procurado pela Folha, não respondeu.
Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente nacional do DEM: levou a mulher e a filha para Nova York (EUA). Bancou também uma passagem aérea para sua prima Anita para o mesmo destino. "Ela foi resolver um problema particular de saúde", disse Maia à Folha. Ele reconheceu que a viagem a Nova York foi a turismo. Também levou a mulher a Paris, mas alegou ter sido em missão oficial a Londres, com escala na capital francesa. O deputado disse à Folha que a viagem a Londres foi para participar de uma missão oficial com o príncipe Charles e encontros com integrantes do partido conservador britânico. "Foram viagens em que coincidiram passeio e trabalho", afirmou
Ciro Gomes (PSB-CE), ex-candidato ao Planalto em 1998 e em 2002: emitiu 2 passagens para Nova York, uma em dezembro de 2007 e a outra em abril de 2008, para sua mãe, Maria José Gomes. Procurado pela Folha, Ciro não respondeu. Mandou depois carta ao jornal (aqui http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2104200910.htm , para assinantes) dizendo ser "mentira" que ele teria pago passagem para a mãe viajar a Nova York. "Ela viajou comigo e pagou a sua própria passagem", disse. A Folha respondeu dizendo "na relação de viagens custeadas com recursos da Câmara, há dois bilhetes emitidos da cota do deputado [Ciro Gomes] em nome de Maria José Gomes para Nova York: um trecho emitido em 19/12/2007 e outro em 28/4/2008. Elaborada pelo Ministério Público Federal, a partir de informações prestadas pelas companhias aéreas, a lista foi encaminhada ao presidente da Câmara, Michel Temer".
Mário Negromonte (PP-BA), líder do PP na Câmara: levou 5 familiares para Nova York. Sua justificativa: "Eu fiz economia nesses trechos [para sua base eleitoral]. Deixei de viajar, usei milhas, viajei de madrugada com passagens mais baratas. As viagens [a Nova York] foram com essa diferença", diz. "Se fosse proibido, a Casa não permitiria".
José Genoino (PT-SP), ex-presidente nacional do PT: deputado que deixou a direção do PT na esteira do escândalo do mensalão, em 2005, usou passagens para ele, a mulher e o filho para Madri.
Armando Monteiro Neto (PTB-PE), presidente da Confederação Nacional da Indústria: emitiu bilhetes para a mulher, a filha e o filho para lugares distintos: Santiago, Madri e Buenos Aires. O deputado disse à Folha que a emissão das passagens se sustenta em normas da Câmara.
Eunício Oliveira (PMDB-CE), ex-ministro das Comunicações e ex-líder do PMDB: bancou com recursos da Câmara, em setembro de 2008, passagens para Miami para a mulher e a filha.
Vic Pires (DEM-PA), ex-candidato a corregedor da Câmara: não se limitou a usar a cota aérea apenas para familiares: agraciou até o namorado de sua filha com uma viagem a Miami. O deputado confirmou as viagens: "Na regra antiga, podia. Agora, se tiver de devolver, vou devolver. É preciso discutir o que ocorre com os créditos não usados".
José Carlos Aleluia (DEM-BA), ex-líder do DEM: viajou com a mulher e o filho para Paris e Londres. Alega ter ido em missão oficial para a capital inglesa, passando por Paris. E mais: "Não há nada de errado nisso. Se a Câmara mantiver a possibilidade de levar parente, vou continuar levando minha mulher. E se eu achar importante, também levarei meu filho".
No dia 20.abr.09, o site Congresso em Foco divulgou uma lista adicional do uso de passagens ao exterior por outros deputados:
Dagoberto Nogueira (PDT-MS), 40 viagens;
Léo Alcântara (PR-CE), 35 viagens;
Marcelo Teixeira (PR-CE), 35 viagens;
Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), 29 viagens;
Jilmar Tatto (PT-SP), 28 viagens;
Pedro Fernandes (PTB-MA), 28 viagens;
George Hilton (PP-MG), 27 viagens;
Vic Pires Franco (DEM-PA), 27 viagens;
Aníbal Gomes (PMDB-CE), 24 viagens;
Eduardo Lopes (PSB-RJ), 24 viagens;
Eugênio Rabelo (PP-CE), 24 viagens;
Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE), 24 viagens;
Mário Negromonte (PP-BA), 23 viagens;
João Carlos Bacelar (PR-BA), 22 viagens;
Leandro Sampaio (PPS-RJ), 22 viagens;
Maurício Trindade (PR-BA), 20 viagens;
Rebecca Garcia (PP-AM), 20 viagens;
Roberto Balestra (PP-GO), 20 viagens;
Roberto Britto (PP-BA), 20 viagens.
O que aconteceu? Nadinha. Então, Waldir Maranhão é um herói de fato e de direito (um superbigode), pois é disparado o mais ético dos éticos dentre todos os Deputados, uma vez que foram só três bilhetizinhos... empatou, até agora, somente com Moreira Mendes (PPS-RO), com três emissões custeadas pelo Tesouro para as viagens nepoturistas internacionais. É um novo jeito de levar o brasileiro ao exterior, sem dúvida!
Então, como amanhã é um dia especial, VIVA AO DESCOBRIMENTO DO BRASIL... Toquemos o hino nacional, pois as Margens Plácidas estão silentes. Se o Brasil não pode ir junto com a bagagem, viajam os seus representantes, ficam os mucambos flagelados no aprisco das ovelhas... ovelhas(!?).
Viva ao Brasil, viva ao Brasil. Cantemos: Ouviram do Ipiranga as Margens Pláááááácidas...
Igor Sérgio L. Oliveira.
Fonte:http://noticias.uol.com.br/politica/escandalos-congresso-nacional-2009.jhtm#conselhoeticapassagens
P.S.: Sobre o princípio constitucional da legalidade ampla e estrita.
Cesar Britto, presidente da OAB federal: “O particular pode fazer tudo o que a lei não lhe vede. O servidor público somente o que a lei lhe autoriza. O administrador público não gere a coisa como se privada fosse. Tem de servir ao público e ser controlado pelo público”.
Sepúlveda Pertence, ex-ministro do STF e atual presidente da Comissão de Ética Pública da Presidência da República: "Ao contrário do particular que pode fazer tudo que a lei não proíbe, o administrador só pode quando a lei determina ou autoriza. Trata-se do princípio da legalidade. O agente público age em nome do Estado e vinculado ao Estado”.
Piquet Carneiro, advogado, ex-presidente da Comissão de Ética Pública da Presidência da República (1999-2004), um dos redatores do Código de Conduta do governo: “No direito privado a norma não precisa ser específica. Já no direito público, sim. O particular é livre para fazer tudo o que não é vedado pela lei. O servidor público, não. Lembro-me de um caso há muitos anos de uma pessoa que usou ajuda de custo para moradia para pagar a prestação de um imóvel. O caso foi analisado e o servidor foi condenado a devolver os valores. Não havia proibição para usar o dinheiro para comprar imóvel, é verdade, mas não havia também a permissão –logo, não estava permitido. Tem de ser assim, se não vira casa da mãe Joana”.
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19/02/2009
O primeiro Sommelier Internacional do MaranhãoÉ com prazer que saúdo o retorno de Hugo Moreira Lima Sauaia, o primeiro Sommelier Internacional do Maranhão. Sinto-me honrado por ter o privilégio de compartilhar com Hugo Sauaia deste espaço virtual do Gazeta da Ilha, na sessão de Blogs.
O Sommelier é nos dias de hoje um profissional especializado, conhecedor de vinhos e de todos os assuntos relacionados ao serviço deste. Adicionalmente, cuida da compra, armazenamento e rotação de adegas e elabora cartas de vinho em restaurantes.
Na antiguidade, o Sommelier era quem vertia o vinho nos copos dos convivas, nos banquetes.
Sauaia recebeu, há duas semanas, o título da Sommellerie Internacional com certificado de qualificação profissional FISAR-Piemonte (Federação Italiana Sommelier) conforme a Lei italiana, com certificação internacional da Europe Academy for Education.
O Instrutor do curso foi o Prof. Dr. Roberto Rabachino, docente nos temas ligados ao mundo do vinho, em várias universidades do mundo, formado em Ciências da Alimentação e Análise Organoléptica, Ciências da Comunicação, Sociologia e Filosofia, Sommelier Internacional, diretor dos cursos da FISAR e responsável pela FISAR Internacional. Em 1992 e 1996 foi eleito o "melhor sommelier do mundo" pela International Wine Federation. Em 2007 e 2008 foi premiado como o "melhor comunicador do vinho" na Vinitaly.
A Federação Italiana Sommelier - FISAR - é, desde 1972, a mais importante associação de formação internacional de sommeliers e profissionais do vinho com reconhecimento jurídico. Sua certificação tem valor internacional.
Portanto, fica aqui o registro dos meus sinceros votos de congratulações e imensa admiração pela conquista de Hugo Moreira Lima Sauia, por sua nobre conquista.
Igor Sérgio L. Oliveira
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